{"id":2004,"date":"2023-12-20T02:15:01","date_gmt":"2023-12-20T02:15:01","guid":{"rendered":"https:\/\/verbo-encarnado-ssvm-abusos.info\/carta-do-card-santos-abril-comissario-pontificio-e-superior-geral-do-ive-dezembro-de-2023-3-apendice-2-direito-interno\/"},"modified":"2024-02-16T11:25:46","modified_gmt":"2024-02-16T11:25:46","slug":"carta-do-card-santos-abril-comissario-pontificio-e-superior-geral-do-ive-dezembro-de-2023-3-apendice-2-direito-interno","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/verbo-encarnado-ssvm-abusos.info\/pt-br\/carta-do-card-santos-abril-comissario-pontificio-e-superior-geral-do-ive-dezembro-de-2023-3-apendice-2-direito-interno\/","title":{"rendered":"Carta do Card. Santos Abril, Comiss\u00e1rio Pontif\u00edcio e Superior Geral do IVE (dezembro de 2023) &#8211; 3 &#8211; Ap\u00eandice 2 &#8211; Direito interno"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Para ver a <a href=\"https:\/\/verbo-encarnado-ssvm-abusos.info\/pt-br\/?p=2029\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">parte 1<\/a> (Carta do Cardeal) e<a href=\"https:\/\/verbo-encarnado-ssvm-abusos.info\/pt-br\/?p=2000\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"> a parte 2<\/a> (Anexo 1 &#8211; Reuni\u00e3o do Conselho Geral do IVE)<\/em><\/p>\n\n<p>Sem entrar nas distin\u00e7\u00f5es entre abuso de consci\u00eancia, abuso de poder e abuso espiritual, visto da perspectiva do perpetrador, o abuso espiritual \u00e9 uma clara distor\u00e7\u00e3o de seu papel apropriado, que \u00e9 a salva\u00e7\u00e3o das pessoas por meio de seu cuidado. Apropriar-se indevidamente da autoridade divina para us\u00e1-la para fins ileg\u00edtimos \u00e9 uma forma de personifica\u00e7\u00e3o. O car\u00e1ter absoluto da autoridade suplantada, a divina, torna isso uma forma particularmente grave de viola\u00e7\u00e3o do cargo concedido. Este n\u00e3o \u00e9 o lugar para desenvolver uma teologia da media\u00e7\u00e3o, mas est\u00e1 claro que usurpar o lugar de Deus \u00e9 uma clara transgress\u00e3o dos limites de qualquer media\u00e7\u00e3o humana da autoridade divina.<\/p>\n\n<p>O abuso espiritual pode ser definido como  <em>&#8220;uma forma de abuso emocional e psicol\u00f3gico. Caracteriza-se por um padr\u00e3o sistem\u00e1tico de comportamento coercitivo e controlador em um contexto religioso. O abuso espiritual pode ter um impacto profundamente prejudicial nas pessoas que o sofrem. Esse abuso pode incluir: manipula\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o, responsabiliza\u00e7\u00e3o for\u00e7ada, censura da tomada de decis\u00f5es, exig\u00eancias de sigilo e sil\u00eancio, coer\u00e7\u00e3o para se conformar, controle por meio do uso de textos ou ensinamentos sagrados, exig\u00eancias de obedi\u00eancia ao abusador, a suposi\u00e7\u00e3o de que o abusador tem uma posi\u00e7\u00e3o &#8216;divina&#8217;, isolamento como forma de puni\u00e7\u00e3o, superioridade e elitismo&#8221;.<\/em><\/p>\n\n<p>Al\u00e9m do que foi indicado em rela\u00e7\u00e3o aos religiosos e \u00e0s religiosas, dado que continuam a chegar reclama\u00e7\u00f5es a esse respeito, especialmente por parte dos formandos, \u00e9 necess\u00e1rio lembrar mais uma vez a todos os religiosos, especialmente aos Superiores, algumas das normas que se referem \u00e0 jurisdi\u00e7\u00e3o interna e \u00e0 obriga\u00e7\u00e3o de n\u00e3o confundir jurisdi\u00e7\u00e3o interna e externa:<\/p>\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Pode. 630 \u00a71:  <\/strong><em>Os superiores conceder\u00e3o aos membros a devida liberdade de dire\u00e7\u00e3o espiritual, sem preju\u00edzo da disciplina do Instituto.  <\/em>A liberdade dos religiosos em termos de dire\u00e7\u00e3o espiritual e confiss\u00e3o \u00e9 fundamental. Os superiores n\u00e3o podem impedir, mas devem reconhecer e proteger positivamente esse direito dos religiosos. No que diz respeito a essa liberdade, o \u00fanico limite, a fim de organizar as coisas de maneira ordenada e evitar poss\u00edveis abusos, \u00e9 a disciplina do Instituto. N\u00e3o se pode impor a ningu\u00e9m um confessor ou diretor espiritual espec\u00edfico.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Pode. 630 \u00a73:  <\/strong><em>Em mosteiros de freiras, casas de forma\u00e7\u00e3o e comunidades leigas maiores, deve haver confessores ordin\u00e1rios aprovados pelo Ordin\u00e1rio local, depois de uma troca de opini\u00f5es com a comunidade, mas sem impor a obriga\u00e7\u00e3o de ir at\u00e9 eles.  <\/em>A obriga\u00e7\u00e3o do Superior \u00e9 que os confessores estejam dispon\u00edveis, mas eles n\u00e3o podem for\u00e7ar os religiosos a se dirigirem a eles. Al\u00e9m disso, como o Instituto do Verbo Encarnado \u00e9 um Instituto religioso clerical de direito diocesano, a nomea\u00e7\u00e3o de confessores para as casas de forma\u00e7\u00e3o (semin\u00e1rio menor, noviciado, semin\u00e1rio maior&#8230;), mesmo que o confessor seja membro do IVE, \u00e9 responsabilidade do Ordin\u00e1rio local, n\u00e3o do Superior maior do Instituto (cf. c\u00e2n. 968 \u00a72 e 969 \u00a72).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Pode. 630 \u00a74.  <\/strong><em>Os superiores n\u00e3o devem ouvir as confiss\u00f5es de seus s\u00faditos, a menos que estes o solicitem espontaneamente.  <\/em>N\u00e3o \u00e9 coincid\u00eancia que, ao se referir \u00e0 media\u00e7\u00e3o da autoridade do superior religioso, a express\u00e3o  <em>&#8220;vices gerentes Dei&#8221;,  <\/em>isto \u00e9, governar no lugar de Deus (cf. can. 601) 2. Deve-se notar, entretanto, que essa express\u00e3o se limita \u00e0 esfera da obedi\u00eancia religiosa, que n\u00e3o \u00e9, no sentido pr\u00f3prio, uma obedi\u00eancia da consci\u00eancia, mas apenas da vontade. Isso quer dizer que se deve obedecer, dentro de um escopo restrito, \u00e0s disposi\u00e7\u00f5es dos regulamentos do instituto religioso, n\u00e3o porque em consci\u00eancia se considere que esse seja o melhor curso de a\u00e7\u00e3o, mas porque o superior \u00e9 o int\u00e9rprete aut\u00eantico desses regulamentos. A extens\u00e3o do conceito de obedi\u00eancia religiosa para al\u00e9m da esfera daqueles obrigados por voto a obedecer \u00e9 certamente ileg\u00edtima, o que n\u00e3o quer dizer que a ignor\u00e2ncia dos fi\u00e9is nesse assunto n\u00e3o seja explorada para ultrapassar os limites da autoridade. Entretanto, como envolve uma forma inadequada de exerc\u00edcio de autoridade, isso seria um abuso de poder.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Pode. 630 \u00a75.  <\/strong><em>Os membros devem se dirigir com confian\u00e7a aos seus Superiores, a quem podem abrir o cora\u00e7\u00e3o livre e espontaneamente. No entanto, os superiores est\u00e3o proibidos de induzir os membros de qualquer forma a manifestar sua consci\u00eancia a eles.  <\/em>O abuso de consci\u00eancia \u00e9 inerentemente interno, ou seja, fora de uma rela\u00e7\u00e3o de autoridade formal entre a v\u00edtima e o agressor. A Igreja tem plena consci\u00eancia desse perigo, e \u00e9 por isso que estabelece a chamada distin\u00e7\u00e3o dos poderes, ou seja, impede o exerc\u00edcio simult\u00e2neo do poder de governo e do poder sacramental ou espiritual sobre a mesma pessoa. Certamente \u00e9 poss\u00edvel, vale lembrar mais uma vez, usar a autoridade para obrigar a a\u00e7\u00e3o contra a consci\u00eancia ou para coagi-la, mas, nesse caso, trata-se principalmente de uma forma de abuso de poder, uma vez que a autoridade est\u00e1 agindo al\u00e9m de seus poderes. Por defini\u00e7\u00e3o, a autoridade n\u00e3o pode ser exercida no \u00e2mbito da consci\u00eancia, mas apenas externamente. Em outras palavras, \u00e9 caracter\u00edstico do abuso de consci\u00eancia ocorrer em um relacionamento de cuidado e assim\u00e9trico, em que uma pessoa voluntariamente abre sua consci\u00eancia para outra a fim de receber ajuda, e n\u00e3o em um relacionamento de autoridade. Por essa raz\u00e3o, a Igreja estipula no C\u00f3digo de Direito Can\u00f4nico que, em comunidades religiosas ou similares, os superiores n\u00e3o devem, de forma alguma, induzir seus s\u00faditos a se confessarem a eles ou a manifestarem sua consci\u00eancia a eles fora da confiss\u00e3o. O abuso espiritual e o abuso de consci\u00eancia comprometem a confian\u00e7a, que \u00e9 um pressuposto do relacionamento de autoridade em um contexto religioso ou de um relacionamento de cuidado.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Pode. 239 \u00a72.  <\/strong><em>Em todo semin\u00e1rio deve haver pelo menos um diretor espiritual, mas os alunos podem recorrer a outros sacerdotes que tenham sido nomeados pelo bispo para essa fun\u00e7\u00e3o.<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Pode. 240 \u00a71.  <\/strong><em>Al\u00e9m dos confessores comuns, outros confessores frequentam regularmente o semin\u00e1rio; e, sujeitos \u00e0 disciplina do estabelecimento, os alunos tamb\u00e9m podem sempre se dirigir a qualquer confessor, seja no semin\u00e1rio ou <\/em><em>fora dele<\/em>.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Can 240 \u00a72: <\/strong><em>Nunca <\/em><em>em <\/em><em>A opini\u00e3o do diretor espiritual ou dos confessores nunca pode ser <\/em><em>confessores <\/em><em>quando for necess\u00e1rio tomar uma decis\u00e3o sobre a admiss\u00e3o de estudantes \u00e0s ordens ou sobre sua sa\u00edda do semin\u00e1rio. <\/em> Isso \u00e9 \u00f3bvio n\u00e3o s\u00f3 a partir de uma norma jur\u00eddica, mas tamb\u00e9m de uma norma sacramental-\u00e9tica: na admiss\u00e3o \u00e0s Ordens Sagradas, tamb\u00e9m por analogia na admiss\u00e3o \u00e0 profiss\u00e3o religiosa, bem como na poss\u00edvel demiss\u00e3o do semin\u00e1rio (ou do Instituto), \u00e9 absolutamente proibido pedir a opini\u00e3o dos confessores e diretores espirituais a esse respeito.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Pode. 1378 \u00a71.  <\/strong><em>Quem, al\u00e9m dos casos j\u00e1 previstos em lei, abusar do poder eclesi\u00e1stico, cargo ou of\u00edcio, deve ser punido de acordo com a gravidade do ato ou omiss\u00e3o, sem excluir a priva\u00e7\u00e3o do cargo ou of\u00edcio, permanecendo firme a obriga\u00e7\u00e3o de reparar o dano.  <\/em>\u00c9 verdade que n\u00e3o h\u00e1 tipifica\u00e7\u00e3o de abuso de consci\u00eancia no direito can\u00f4nico, mas muitas vezes se recorre a ele. 1378 para sancion\u00e1-lo.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Pode. 1378 \u00a72<\/strong><strong>. <\/strong><em>Quem, por neglig\u00eancia culposa, praticar ou omitir ilegitimamente um ato de autoridade eclesi\u00e1stica, de of\u00edcio ou de of\u00edcio, com preju\u00edzo ou esc\u00e2ndalo de outrem, deve ser punido com pris\u00e3o.<\/em><em>r <\/em><em>punido com uma pena justa de acordo com o <\/em><em>c. <\/em><em>1336, <\/em><em>\u00a7\u00a7 <\/em><em>2-4, mantendo-se firme a obriga\u00e7\u00e3o de reparar o dano.<\/em><em>4<\/em><em>.<\/em><\/li>\n<\/ol>\n\n<p><strong>Catecismo da Igreja Cat\u00f3lica, n. 2690:  <\/strong><em>&#8220;O Esp\u00edrito Santo concede a alguns fi\u00e9is os dons da sabedoria, da  <\/em><em>Je  <\/em><em>e de discernimento direcionado para esse bem comum que \u00e9 a ora\u00e7\u00e3o {dire\u00e7\u00e3o espiritual)<\/em><em>.  <\/em><em>Aqueles que foram agraciados com tais dons s\u00e3o verdadeiros servos da tradi\u00e7\u00e3o viva da ora\u00e7\u00e3o: Portanto, a alma que deseja avan\u00e7ar na perfei\u00e7\u00e3o, de acordo com o conselho de S\u00e3o Jo\u00e3o da Cruz, deve  <\/em><strong><em>&#8220;olhar para  <\/em><\/strong><strong><em>cujo  <\/em><\/strong><strong><em>porque, seja qual for o professor, tal  <\/em><\/strong><strong><em>ser\u00e1  <\/em><\/strong><strong><em>o disc\u00edpulo, e que o pai, t\u00e3o  <\/em><\/strong><strong><em>em  <\/em><\/strong><strong><em>filho&#8221;<\/em><\/strong><strong><em>.  <\/em><\/strong><em>E acrescenta que o diretor: &#8220;al\u00e9m de ser s\u00e1bio e discreto, deve ser  <\/em><em>experiente.  <\/em><em>[&#8230;] Se n\u00e3o  <\/em><em>existe  <\/em><em>experi\u00eancia do que \u00e9 o esp\u00edrito puro e verdadeiro, ele n\u00e3o ser\u00e1 capaz de direcionar o  <\/em><em>em  <\/em><em>alma nele, quando  <\/em><em>Deus  <\/em><em>Jo \u00e9 dado, nem mesmo Jo entender\u00e1&#8221; (Flame of living love [Chama do amor vivo]),  <\/em>segunda reda\u00e7\u00e3o, estrofe 3, declara\u00e7\u00e3o, 30). O abuso de consci\u00eancia tamb\u00e9m \u00e9 grave, pois entrar nesse tabern\u00e1culo5 exige uma prud\u00eancia especial. Portanto, a Igreja ensina que esse servi\u00e7o requer compet\u00eancias espec\u00edficas que devem ser especialmente reconhecidas. Por essa raz\u00e3o, <em>a cura animarum, <\/em>por meio do of\u00edcio de p\u00e1roco ou de acompanhante espiritual, constitui um of\u00edcio que deve ser reconhecido pela autoridade eclesi\u00e1stica (c\u00e2n. 239 \u00a72; 521 e 630). O abuso de consci\u00eancia por parte dessas pessoas batizadas &#8211; especialmente constitu\u00eddas para essas rela\u00e7\u00f5es de cuidado &#8211; afeta a credibilidade das media\u00e7\u00f5es eclesiais, al\u00e9m de prejudicar a integridade psicol\u00f3gica &#8211; \u00e0s vezes f\u00edsica &#8211; das v\u00edtimas.<\/p>\n<iframe loading=\"lazy\" class=\"embed-pdf-viewer\" src=\"https:\/\/verbo-encarnado-ssvm-abusos.info\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/Navidad-2023-y-Anexos.pdf\" height=\"600\" width=\"600\" title=\"Navidad-2023-y-Anexos\"><\/iframe>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para ver a parte 1 (Carta do Cardeal) e a parte 2 (Anexo 1 &#8211; Reuni\u00e3o do Conselho Geral do IVE) Sem entrar nas distin\u00e7\u00f5es entre abuso de consci\u00eancia, abuso de poder e abuso espiritual, visto da perspectiva do perpetrador, o abuso espiritual \u00e9 uma clara distor\u00e7\u00e3o de seu papel apropriado, que \u00e9 a salva\u00e7\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1987,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"advanced_seo_description":"","jetpack_seo_html_title":"","jetpack_seo_noindex":false,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[61,64],"tags":[62,66,69],"class_list":["post-2004","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-dos-administradores","category-noticias-pt-br","tag-abuso-de-autoridade","tag-abuso-espiritual-pt-br","tag-comissario-papal"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/verbo-encarnado-ssvm-abusos.info\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/Screenshot-2023-12-20-031440.png?fit=907%2C408&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/verbo-encarnado-ssvm-abusos.info\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2004","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/verbo-encarnado-ssvm-abusos.info\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/verbo-encarnado-ssvm-abusos.info\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/verbo-encarnado-ssvm-abusos.info\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/verbo-encarnado-ssvm-abusos.info\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2004"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/verbo-encarnado-ssvm-abusos.info\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2004\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/verbo-encarnado-ssvm-abusos.info\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1987"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/verbo-encarnado-ssvm-abusos.info\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2004"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/verbo-encarnado-ssvm-abusos.info\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2004"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/verbo-encarnado-ssvm-abusos.info\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2004"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}