{"id":5393,"date":"2025-05-11T17:08:12","date_gmt":"2025-05-11T17:08:12","guid":{"rendered":"https:\/\/verbo-encarnado-ssvm-abusos.info\/redune-espanha-instituto-do-verbo-encarnado-testemunho-e-denuncia\/"},"modified":"2025-05-17T20:11:11","modified_gmt":"2025-05-17T20:11:11","slug":"redune-espanha-instituto-do-verbo-encarnado-testemunho-e-denuncia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/verbo-encarnado-ssvm-abusos.info\/pt-br\/redune-espanha-instituto-do-verbo-encarnado-testemunho-e-denuncia\/","title":{"rendered":"RedUNE (Espanha): &#8220;Instituto do Verbo Encarnado: testemunho e den\u00fancia&#8221;"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Reproduzimos aqui um artigo publicado no site da RedUNE (Rede para a Preven\u00e7\u00e3o do Sectarismo e Abuso da Fraqueza). O artigo original pode ser encontrado <a href=\"https:\/\/www.redune.org.es\/news\/instituto-del-verbo-encarnado-testimonio-y-denuncia\/\">aqui<\/a>. <\/em><\/p>\n\n<p>Aos 18 anos ingressou no Instituto de Religiosos SERVOS DO SENHOR E DA VIRGEM DO MATAR\u00c1, pertencente \u00e0 Congrega\u00e7\u00e3o do Verbo Encarnado, ap\u00f3s os anos de inicia\u00e7\u00e3o \u00e0 vida religiosa como noviciado e corpo discente (realizado no Brasil e na Argentina). Mais tarde, foi enviada para a Espanha em 2004, permanecendo naquele Instituto religioso de 2004 a 2018.<\/p>\n\n<!--more-->\n\n<p>Sempre me ensinaram naquele instituto que, quando fazemos voto de pobreza, nada nos corresponde pessoalmente, por isso, todos os anos em que trabalhei na diocese de Tenerife e na diocese de Vic, embora ambas nos d\u00eaem uma ajuda econ\u00f4mica m\u00ednima \u00e0 congrega\u00e7\u00e3o para o nosso trabalho na diocese,  Nunca recebi pagamento pelo meu trabalho, embora nunca tenha reclamado de ver isso normal, pois, ao fazer os votos de pobreza, n\u00e3o \u00e9 nossa responsabilidade ter nenhum tipo de propriedade.<\/p>\n\n<p>Quando processo a minha nacionalidade espanhola percebo que o instituto n\u00e3o faz contribui\u00e7\u00f5es para a Seguran\u00e7a Social, portanto, neste momento estou numa situa\u00e7\u00e3o de desvantagem em que nunca contribu\u00ed, ou seja, sem uma poss\u00edvel reforma, sem ter recebido experi\u00eancia de trabalho e sem estudos, uma vez que os estudos que nos oferecem n\u00e3o t\u00eam qualquer validade.<\/p>\n\n<p>De 2004 a 2011, trabalhei em um abrigo para idosos pertencente \u00e0 diocese de Tenerife, onde t\u00ednhamos que estar das 9h00 \u00e0s 13h30 e das 16h00 \u00e0s 20h00, as fun\u00e7\u00f5es eram: aten\u00e7\u00e3o \u00e0 recep\u00e7\u00e3o, aten\u00e7\u00e3o durante o hor\u00e1rio de jantar, companhia para idosos,  supervisionar o andamento da casa no caso de n\u00e3o estarem presentes o pessoal administrativo, as fun\u00e7\u00f5es lit\u00fargicas, etc.<\/p>\n\n<p>Em 2005, ainda morando em Tenerife, pedi ao ent\u00e3o superior que n\u00e3o fizesse os votos perp\u00e9tuos (definitivos), porque n\u00e3o me sentia confort\u00e1vel no Instituto e com d\u00favidas sobre querer continuar na vida religiosa, pedi para esperar mais um ano para pensar nisso, n\u00e3o me foi concedido dizendo que eu tinha obedi\u00eancia, a menos que eu desse uma raz\u00e3o muito s\u00e9ria para isso (vejo aqui um abuso de autoridade,  porque eu n\u00e3o o fiz livremente, ela me negou o direito de decidir sobre algo que para uma institui\u00e7\u00e3o religiosa \u00e9 uma decis\u00e3o definitiva)<\/p>\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">PRIVA\u00c7\u00c3O DE LIBERDADE.<\/h2>\n\n<p>Em 2011, devido ao esgotamento f\u00edsico e mental sob rem\u00e9dios para dormir, fui enviado para a Diocese de Vic, para uma comunidade que serve a Catedral de Vic.<\/p>\n\n<p>Imediatamente propus minha sa\u00edda definitiva do Instituto religioso ao superior daquela comunidade, afirmando que emocionalmente n\u00e3o estava me sentindo bem, havia perdido muito peso, n\u00e3o dormia mais, n\u00e3o tinha for\u00e7a f\u00edsica para continuar, ou seja, em suma, queria repensar minha voca\u00e7\u00e3o e partir. Sua resposta foi o que eu esperava, eu j\u00e1 tinha meus votos perp\u00e9tuos, havia me comprometido com Deus e n\u00e3o podia agora trair a voca\u00e7\u00e3o que ele me dera; que o que estava acontecendo comigo era uma crise, nada mais, como solu\u00e7\u00e3o me deram para ler livros espirituais e conversar mais vezes com os padres, j\u00e1 que tudo isso nada mais era do que uma tenta\u00e7\u00e3o do diabo de deixar o Instituto. <\/p>\n\n<p>Pouco a pouco fui percebendo que nunca seria ouvido, que qualquer proposta de sair do Instituto n\u00e3o ia al\u00e9m de uma simples tenta\u00e7\u00e3o e n\u00e3o deixavam continuar falando sobre o assunto, porque considerava uma falta de fidelidade a Deus. (E \u00e9 por isso que insisto que houve manipula\u00e7\u00e3o de consci\u00eancia e abuso de autoridade, principalmente nas tentativas de di\u00e1logos com meus diferentes superiores ao tentar explicar meu esgotamento f\u00edsico e emocional, e querendo propor minha partida, foi respondido que Deus queria esse sofrimento para mim, portanto eu tinha que suport\u00e1-lo).<\/p>\n\n<p>Em 2015, ainda na comunidade religiosa de Vic, trabalhando na Catedral de Vic, comecei a sofrer de ansiedade e depress\u00e3o (o que levou \u00e0 ins\u00f4nia, n\u00e3o poder comer e n\u00e3o levar uma vida normal) tornou-se insuport\u00e1vel para mim levar a vida religiosa, proponho novamente a sa\u00edda da vida religiosa para a qual minha superiora local Maria Agnus Deis e a ent\u00e3o superiora provincial Maria Salut. Ela, por sua vez, me disse que o que ela estava tentando fazer era chamar a aten\u00e7\u00e3o, que ela n\u00e3o sofria com tudo isso e que s\u00f3 cabia a mim melhorar. Por isso, decidi entrar em contato com o Superior Geral em Roma, para propor minha partida definitiva, porque aqui na Espanha eu n\u00e3o estava sendo cuidada.  <\/p>\n\n<p>Deram-me um tratamento m\u00e9dico psiqui\u00e1trico de tr\u00eas anos (2015-2018), no in\u00edcio concordei, porque n\u00e3o estava bem, depois de alguns meses j\u00e1 n\u00e3o via necessidade, e sentia-me obrigado, porque ainda estava f\u00edsica e emocionalmente mal, mas tinha consci\u00eancia do meu modo de vida l\u00e1 que causava muitos danos. N\u00e3o estando presente na Espanha, fiz v\u00e1rias tentativas de falar com o Superior Geral (Roma), que \u00e9 a mais alta autoridade do Instituto. <\/p>\n\n<p>Em 2017, eu havia perdido 20 kg, estava f\u00edsica e emocionalmente pior do que antes (mantive meus votos perp\u00e9tuos e n\u00e3o tomei decis\u00f5es sem a opini\u00e3o dos superiores, esgotei todas as tentativas e possibilidades de di\u00e1logo com o superior geral para discutir minha partida definitiva). Doeu muito n\u00e3o me atender corretamente, n\u00e3o concordar com o que eu pedi. Eles abusaram de sua autoridade como superiores a quem eu tinha que obedecer em tudo, e administraram minha pessoa como bem entendessem e, assim, administraram minha pr\u00f3pria vida; Em conclus\u00e3o, humanamente eles me deixaram \u00e0 beira do abismo. Eles me for\u00e7aram a ver um psic\u00f3logo por quase tr\u00eas anos, quando o que eu queria era resolver minha vida dentro do convento e sair.<\/p>\n\n<p>No m\u00eas de fevereiro, ainda na comunidade de Vic, tomei uma dose de p\u00edlulas na tentativa de dormir, n\u00e3o queria continuar levando uma vida assim, queria ir embora e n\u00e3o estava livre para levar minhas coisas sem antes me comunicar com os superiores, escrevi uma carta pedindo permiss\u00e3o para ir: tudo isso depois de quase tr\u00eas tentativas,  Isso me exauriu mentalmente e me desesperei por n\u00e3o ser tratado adequadamente.<\/p>\n\n<p>Embora a dose que tomei tenha sido apenas com a inten\u00e7\u00e3o de poder dormir e esquecer por um momento o que estava acontecendo, fui internado no Hospital de Vic e depois em uma cl\u00ednica em Barcelona.<\/p>\n\n<p>Meus superiores me acusaram de suic\u00eddio por isso, e eu os acuso de ter me silenciado nos \u00faltimos tr\u00eas anos, privando-me de minha liberdade. Esclarecendo mais uma vez que uma monja de votos perp\u00e9tuos n\u00e3o pode tomar decis\u00f5es sem consulta pr\u00e9via, sem esperar a aprova\u00e7\u00e3o de suas superioras, elas por sua vez sempre me afirmaram que eu tinha voca\u00e7\u00e3o para estar no Instituto mesmo quando estava doente, que n\u00e3o podia trair e ser infiel \u00e0 minha voca\u00e7\u00e3o e a Deus e deixar o Instituto e com isso me fizeram chegar ao meu limite. <\/p>\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">ABUSOS DE AUTORIDADE, PRIVA\u00c7\u00c3O DE LIBERDADE E VIOL\u00caNCIA PSICOL\u00d3GICA.<\/h2>\n\n<p>Quando fui levado para a cl\u00ednica em Barcelona, depois de alguns dias, o m\u00e9dico que me tratou ordenou que eu fosse levado para casa e, de qualquer forma, transferido para a mesma cl\u00ednica, para monitorar meu sono \u00e0 noite, j\u00e1 que n\u00e3o podia continuar internado permanentemente.<\/p>\n\n<p>De minha parte, implorei (tanto o superior local Agnus Dei quanto a superior provincial Maria Contempla\u00e7\u00e3o) que sa\u00edssem de l\u00e1 e eles n\u00e3o me deixaram, me disseram que eu tinha que obedecer.<\/p>\n\n<p>Dei permiss\u00e3o para uma pessoa receber informa\u00e7\u00f5es sobre o meu estado de sa\u00fade, \u00e0 minha superiora local (Maria Agnus Dei), no entanto, v\u00e1rias vezes liguei para a Cl\u00ednica mas como n\u00e3o me identifiquei, logicamente n\u00e3o lhe dei informa\u00e7\u00f5es. Ela, por sua vez, escreveu mensagens ao meu irm\u00e3o no Brasil instando-o a vir para a Espanha, pois a Cl\u00ednica s\u00f3 daria informa\u00e7\u00f5es aos parentes. <\/p>\n\n<p>Conto brevemente o que aconteceu na \u00e9poca:<\/p>\n\n<p>-Por ordem do m\u00e9dico, eu tinha que sair por 15 minutos todos os dias, Agnus Dei amea\u00e7ou o m\u00e9dico para chamar a pol\u00edcia se eles me deixassem sair.<\/p>\n\n<p>-Eu me difamei na frente dessa mesma cl\u00ednica e do meu irm\u00e3o, com uma acusa\u00e7\u00e3o de tentativa de suic\u00eddio.<\/p>\n\n<p>-Ele mandou mensagens para meu irm\u00e3o em que solicitava minha defici\u00eancia no Brasil e era meu tutor sem apresentar nenhum laudo m\u00e9dico.<\/p>\n\n<p>Eles me transferiram contra a minha vontade para um mosteiro (voc\u00ea n\u00e3o pode ir para um mosteiro contra a sua vontade, \u00e9 um estilo de vida que eu n\u00e3o tinha escolhido viver, l\u00e1 voc\u00ea leva uma vida de sil\u00eancio cont\u00ednuo, trancado sem poder sair a qualquer hora do dia) Eu implorei, porque eu estava passando por momentos de ansiedade e depress\u00e3o e n\u00e3o podia levar uma vida assim,  eles repetiram para mim que eu tinha que obedecer.<\/p>\n\n<p>Estando naquele lugar pedi para me comunicar com meu irm\u00e3o e ent\u00e3o descobri as decis\u00f5es de meus superiores relacionadas acima, sinto-me totalmente confuso e com a sensa\u00e7\u00e3o de loucura, n\u00e3o tendo de minha parte nenhuma informa\u00e7\u00e3o a que tenho direito.<\/p>\n\n<p>Eles me respondem que n\u00e3o estou bem, n\u00e3o pensei direito, n\u00e3o tive capacidade de decidir, n\u00e3o estava ciente do que estava acontecendo comigo. De minha parte, insisti muitas vezes que eles respondessem \u00e0s minhas perguntas. <\/p>\n\n<p>Depois de muita insist\u00eancia, volto a Tarragona, mas com a amea\u00e7a de voltar ao mosteiro. Pe\u00e7o uma consulta com o psiquiatra que me estava tomando esses tr\u00eas anos, explico tudo o que aconteceu, a decis\u00e3o de me incapacitar, etc. e ele n\u00e3o me responde nada sobre isso, ao mesmo tempo em que tira os comprimidos que eu estava tomando. Ele literalmente me diz: &#8220;voc\u00ea n\u00e3o precisa de p\u00edlulas, a partir de hoje voc\u00ea vai voltar para a consulta quando vir que realmente precisa&#8221;. Meus superiores me for\u00e7am a voltar \u00e0 consulta, apesar de recusar v\u00e1rias vezes, me levando contra minha vontade e me sinto coagido pela coer\u00e7\u00e3o.   <\/p>\n\n<p>Com muito medo do que poderia acontecer comigo, informo o Superior Geral (Roma) sem qualquer resposta. Tendo estado em Tarragona por v\u00e1rias semanas e sem me dizer que pretendem me transferir de carro para o mosteiro, recuso-me a faz\u00ea-lo. Eles me amea\u00e7am e me pro\u00edbem de me aproximar do arcebispado.  <\/p>\n\n<p>Eles me informam que me dar\u00e3o a sa\u00edda definitiva se eu assinar uma carta escrita por eles como se fosse minha, as tentativas de coer\u00e7\u00e3o continuaram at\u00e9 que eu ameacei contar tudo. Finalmente consegui que eles aceitassem minha decis\u00e3o.<\/p>\n\n<p>Depois de 20 anos na ordem, 14 deles trabalhando com eles na Espanha, com total obedi\u00eancia, n\u00e3o possu\u00ed nenhuma propriedade, meus amigos apenas do Instituto, tive que encontrar acomoda\u00e7\u00e3o para mim sem qualquer ajuda. Eles levaram meu m\u00e9dico particular porque quando cheguei \u00e0 Espanha nos disseram que n\u00e3o pod\u00edamos ter um cart\u00e3o de sa\u00fade. <\/p>\n\n<p>Concluo meu testemunho e den\u00fancia p\u00fablica afirmando que o Instituto do Verbo Encarnado n\u00e3o cumpre com a veracidade das informa\u00e7\u00f5es que transmitem aos seus membros, pois nos incutem um modo de viver em total obedi\u00eancia, muitas vezes negam o di\u00e1logo e n\u00e3o prestam aten\u00e7\u00e3o quando propomos a sa\u00edda dele. Eles esconderam de n\u00f3s o abuso sexual por parte de alguns dos respons\u00e1veis, bem como a condena\u00e7\u00e3o da Santa S\u00e9 de seu fundador. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Reproduzimos aqui um artigo publicado no site da RedUNE (Rede para a Preven\u00e7\u00e3o do Sectarismo e Abuso da Fraqueza). O artigo original pode ser encontrado aqui. 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