Tag: Carlos Buela

  • O Instituto da Palavra Encarnada, “grande demais para cair”, à luz de trinta anos de tutela pontifícia.

    O Instituto da Palavra Encarnada, “grande demais para cair”, à luz de trinta anos de tutela pontifícia.

    O IVE apresenta as medidas de Roma como perseguição. A cronologia mostra exatamente o oposto: desde 1995, a Igreja investiu autoridades, especialistas e estruturas externas para sustentar e reformar uma instituição que não conseguiu se corrigir.

    Há algum tempo publicamos um artigo neste blog intitulado “Instituto do Verbo Encarnado: grande demais para falir?”. A expressão, emprestada do mundo financeiro, é aplicada àquelas instituições cujo tamanho é tal que seu colapso pode causar danos ainda maiores do que os causados por sua má gestão. Por essa razão, embora estejam profundamente deteriorados, as autoridades são forçadas a intervir, injetar recursos e mantê-los para evitar um colapso descontrolado.

    A questão que colocamos então era se o Instituto do Verbo Encarnado (IVE) e os Servos do Senhor e da Virgem de Matará (SSVM) haviam passado a ocupar uma posição semelhante dentro da Igreja: uma família religiosa grande demais, extensa demais e entrelaçada demais com dioceses, paróquias, seminários, escolas e obras apostólicas para que a Santa Sé simplesmente a deixasse cair.

    Eventos recentes não enfraquecem essa hipótese. Pelo contrário, eles parecem confirmar.

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  • Efebofilia no caso do cardeal McCarrick e do padre Carlos Buela: um foco nos seminaristas

    A efebofilia, entendida como a atração sexual de adultos por adolescentes em estágios intermediários ou tardios (geralmente entre 14 e 21 anos), tem sido um tema sensível na Igreja Católica, especialmente em casos como os do cardeal Theodore McCarrick e do padre Carlos Buela. Ambos os clérigos enfrentaram alegações de má conduta sexual dirigidas principalmente a seminaristas, um grupo vulnerável devido à dinâmica de poder e confiança no contexto religioso. Este artigo discute esses casos, enfocando os seminaristas como vítimas.

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  • Hipocrisia: uma máscara de virtude

    Hipocrisia: uma máscara de virtude

    Sabemos que hipocrisia é um termo usado para descrever a atitude de alguém que diz uma coisa, mas faz outra. Como menciona São Tomás de Aquino, ele a define como “uma espécie de fraude, que consiste em fingir uma virtude ou uma piedade que não se tem” (II-II. Q.111.a1). Isso nos leva a refletir sobre a autenticidade e coerência entre nossas palavras e ações.

    Nesse sentido, hoje vemos religiosos e sacerdotes do IVE rezando pelo Papa Francisco, um gesto que pode parecer de caridade e respeito. No entanto, há um contexto histórico que pode mudar nossa perspectiva. A relação entre o cardeal Bergoglio e o fundador, Carlos Buela, foi de inimizade durante sua estada na Argentina.

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